Pedir menos água nos andares de cima
Banhos longos e máquinas de lavar mandam mais volume para a coluna obstruída e agravam o retorno embaixo.

Esgoto voltando nos apartamentos de baixo, garagem alagada ou caixa de gordura coletiva cheia? O técnico descobre se o problema é da unidade, da coluna ou da rede do prédio, e o síndico recebe o orçamento antes de qualquer execução.
A desentupidora para condomínios localiza e resolve entupimentos em colunas, prumadas, redes coletivas, garagens e caixas de gordura de prédios residenciais, comerciais e mistos. O atendimento é voltado a síndicos, administradoras e zeladores de Curitiba e da Região Metropolitana. O técnico da empresa parceira separa o que é da unidade e o que é da área comum, e o valor é apresentado antes da execução.
A DesentupidoraMZS é um serviço de atendimento que conecta residências, condomínios e empresas de Curitiba e da Região Metropolitana de Curitiba a empresas parceiras de desentupimento, limpeza e diagnóstico de redes de esgoto. É intermediária na contratação e não executa os serviços.
Em prédios, o entupimento costuma estar em três pontos compartilhados: a coluna de esgoto (prumada), a rede coletiva que liga as colunas às caixas de inspeção e a caixa de gordura comum. Os sete serviços abaixo cobrem esses pontos, do chamado de emergência ao plano de limpeza; cada página explica causa, método e orçamento.
Retorno na garagem, no térreo ou na área comum, com mau cheiro vindo da rede.
Esgoto subindo nos andares de baixo quando os de cima usam água.
Caixa coletiva saturada, odor no térreo e pias lentas em várias unidades.
Limpeza programada da rede para trocar chamados de urgência por agenda.
Gordura e lodo presos na parede de colunas e redes longas que voltam a entupir.
Câmera no cano para achar o trecho e a causa antes de decidir qualquer obra.
Retirada de lodo e resíduos de caixas coletivas com grande volume acumulado.
Diga quantas unidades e quais andares estão afetados. A triagem indica o serviço.
Descrever o problema do prédioPeça a avaliação e receba o valor e o que será feito antes de qualquer execução.
Pedir orçamento para aprovaçãoO serviço certo depende de quantas unidades estão afetadas e de onde o problema aparece. Compare pelo que o síndico observa; a avaliação no local confirma o trecho. Para casas e apartamentos sem relação com a área comum, veja o atendimento da desentupidora em Curitiba.
| O que o síndico observa | Onde o problema costuma estar | Serviço indicado | Prazo médio | O que a avaliação define |
|---|---|---|---|---|
| Retorno nos apartamentos de baixo | Coluna ou prumada, perto da base | Desentupimento de coluna | Informado no diagnóstico | Andar e trecho da obstrução |
| Garagem ou térreo com esgoto saindo pelo ralo | Rede coletiva horizontal ou caixa de inspeção | Desentupimento de esgoto | Informado no diagnóstico | Caixa cheia e trecho entre caixas |
| Pias lentas em várias unidades e odor no térreo | Caixa de gordura coletiva | Limpeza de caixa de gordura | Informado no diagnóstico | Nível de saturação e saída da caixa |
| Mesma coluna entope de novo em poucos meses | Gordura aderida ou defeito no cano | Hidrojateamento, com videoinspeção quando indicada | Informado no diagnóstico | Causa da reincidência |
| Suspeita de cano quebrado ou raiz | Trecho enterrado ou embutido | Videoinspeção de tubulação | Informado no diagnóstico | Ponto exato antes de qualquer abertura |
| Caixa coletiva com lodo acima da capacidade | Caixas de passagem, gordura ou fossa | Sucção de resíduos | Informado no diagnóstico | Volume e destino do resíduo |
| Chamados repetidos ao longo do ano | Rede toda, sem limpeza programada | Manutenção preventiva | Informado no diagnóstico | Pontos críticos e frequência pelo histórico |
Deslize a tabela para ver todas as colunas
São quatro etapas, do relato do síndico ao teste final. Nada é executado sem o orçamento aprovado por quem responde pelo prédio.
Síndico, zelador ou administradora de condomínio conta quais unidades e áreas comuns estão afetadas e envia fotos.
O técnico testa pontos, abre as caixas comuns e separa o que é da unidade, da coluna e da rede coletiva.
O condomínio recebe o método, os trechos incluídos e o valor para aprovar antes da execução.
O serviço acontece no horário acertado com o prédio e termina com o escoamento testado.
Em prédio, um bloqueio na rede coletiva atinge várias unidades ao mesmo tempo, e o custo precisa ser explicado aos condôminos. Por isso o atendimento começa localizando o trecho e termina com um orçamento que o síndico consegue justificar.
O técnico abre as caixas de inspeção comuns e testa pontos das unidades para mostrar em que trecho está a obstrução antes de alguém assumir o custo.
Valor, método e trechos incluídos chegam antes da execução, prontos para o conselho.
O hidrojateamento remove gordura aderida em colunas longas, a videoinspeção localiza trincas e raízes e a sucção retira lodo de caixas coletivas, cada um quando o diagnóstico indicar.
A execução é combinada com o síndico para avisar moradores e liberar acessos.
Se o bloqueio estiver na rede coletora da rua, operada pela Sanepar, o síndico é orientado a abrir o chamado na concessionária em vez de contratar desentupimento particular nesse trecho.
A causa encontrada, como gordura, resíduo descartado ou defeito no cano, ajuda a decidir se vale um plano de manutenção preventiva com limpeza programada da rede.
Cada trecho da rede do prédio tem um responsável diferente. Saber qual é o trecho afetado evita conflito entre moradores e pagamento pelo serviço errado.
A tabela resume a regra mais comum em prédios. A convenção do condomínio e o regimento interno podem dividir os custos de outro jeito, por isso confirme antes de cobrar alguém.
| Trecho | Sinal típico | Quem costuma acionar | Quem costuma arcar | Ponto de atenção |
|---|---|---|---|---|
| Vaso, pia, ralo ou sifão da unidade | Só um ponto do apartamento com problema | Morador | Unidade | Não afeta vizinhos; entre dono e inquilino, vale o contrato de locação |
| Ramal da unidade até a coluna | Vários pontos do mesmo apartamento lentos | Morador, com aviso ao síndico | Depende da convenção | O cano pode passar sob a laje do vizinho de baixo |
| Coluna ou prumada | Retorno nos andares de baixo quando os de cima usam água | Síndico ou zelador | Condomínio | É área comum; mau uso por uma unidade pode ser discutido depois do conserto |
| Rede coletiva, caixas de inspeção e de gordura comuns | Garagem, térreo ou caixa comum cheia | Síndico ou administradora | Condomínio | Entra no plano de manutenção preventiva |
| Ramal predial até a divisa do lote | Última caixa antes da calçada cheia | Síndico | Condomínio | O ponto exato da divisa segue a regra da concessionária |
| Rede pública da rua | Prédios vizinhos com o mesmo sintoma ou poço de visita transbordando | Síndico, pelos canais da Sanepar | Sanepar | Não contratar desentupimento particular nesse trecho |
Um chamado bem descrito encurta a triagem e ajuda o técnico a chegar com o equipamento certo. Registre estes pontos antes de pedir a avaliação.
Quatro medidas reduzem o retorno de esgoto nas unidades de baixo até a avaliação: menos água nos andares de cima, nenhum produto químico na coluna, área alagada isolada e relatos centralizados em um só canal.
Banhos longos e máquinas de lavar mandam mais volume para a coluna obstruída e agravam o retorno embaixo.
Soda cáustica não alcança o ponto entupido e cria risco para quem vai trabalhar na rede.
Sinalize garagem ou térreo com esgoto e mantenha crianças e animais afastados.
Um único canal com os relatos dos moradores evita informação desencontrada na triagem.
Emergência resolve o entupimento de hoje; a manutenção preventiva reduz a chance do próximo. O quadro ajuda a separar os dois casos e a pedir o orçamento certo.
| Critério | Chamado emergencial | Manutenção preventiva |
|---|---|---|
| Situação | Retorno de esgoto, área comum alagada ou unidade sem poder usar o banheiro | Rede funcionando, com histórico de lentidão, odor ou chamados repetidos |
| Quem decide | Síndico, dentro da autonomia de gasto prevista na convenção | Síndico com conselho ou assembleia, conforme o valor e a convenção |
| Objetivo | Liberar o trecho e parar o dano | Limpar pontos críticos antes de entupirem |
| O que pedir no orçamento | Trecho, método, o que está incluído e o que fica de fora | Pontos da rede, serviços por visita e frequência sugerida pelo histórico |
| Sinal para mudar de modelo | Mesmo trecho entupindo mais de uma vez | Rede sem ocorrências por um bom período, o que permite espaçar as visitas |
Moradores aprovam com mais facilidade quando entendem a causa e o custo de não agir. Monte a pauta com estes itens.
A frequência de manutenção deve sair do histórico do próprio prédio, e não de um prazo padrão. Quem tem cozinha coletiva ou muitas unidades costuma precisar de visitas mais próximas.
Quatro referências orientam a rede de esgoto de um condomínio em Curitiba: a norma técnica do sistema predial, a lei municipal da caixa de gordura, as regras da Sanepar para a rede pública e a convenção do próprio prédio. Juntas, elas indicam como a rede deve funcionar e quem responde por cada trecho.
A ABNT NBR 8160 trata do projeto e da execução dos sistemas prediais de esgoto sanitário, incluindo colunas, ramais, ventilação e caixas de inspeção. É a referência técnica para avaliar o traçado da coluna e da rede coletiva do prédio.
A Lei Municipal 13.634/2010 é a referência local citada pela Prefeitura e pela Sanepar sobre a obrigatoriedade da caixa de gordura. Em condomínio, a caixa coletiva recebe as pias de várias unidades; segundo dados da Sanepar/AEN, a gordura respondeu por 51,26% das obstruções da rede de esgoto de Curitiba em 2023.
A rede coletora da rua é operada pela Sanepar; bloqueios depois da divisa do lote devem ser comunicados a ela pelos canais da concessionária.
São os documentos que definem o que é área comum e como as despesas de manutenção da rede são rateadas entre as unidades do prédio.
O atendimento é feito no endereço do condomínio, em prédios residenciais, comerciais ou mistos de Curitiba e de 11 cidades da região. Consulte pelo WhatsApp a disponibilidade para o seu bairro.
Além de Curitiba, condomínios destas 11 cidades da Região Metropolitana podem pedir avaliação da rede, com atendimento no endereço do prédio e disponibilidade da empresa parceira confirmada na triagem.
Respostas diretas para as dúvidas que aparecem quando o esgoto do prédio dá problema.
Veja quantas unidades têm o problema. Se só um apartamento reclama e os vizinhos de cima e de baixo estão normais, a obstrução tende a estar na própria unidade. Se o retorno aparece nos andares de baixo quando os de cima usam água, o sinal aponta para a coluna. A vistoria no local confirma o trecho.
Em regra, a coluna de esgoto (prumada) é área comum e o custo fica com o condomínio. O ramal que liga a unidade à coluna pode ser tratado de outra forma, conforme a convenção e o regimento interno. O diagnóstico mostra em que trecho estava o bloqueio, o que ajuda o síndico a aplicar a regra do prédio.
Peça aos moradores dos andares de cima que reduzam o uso de água, isole áreas comuns alagadas e anote quais unidades e andares foram afetados. Depois, envie esses dados e fotos pelo WhatsApp ou pelo formulário para a triagem.
Sim. Depois da avaliação, o condomínio recebe o valor com o método, os trechos incluídos e o que fica fora do escopo. Nenhum serviço é executado antes da aprovação de quem responde pelo prédio.
A coluna volta a entupir quando a causa continua no cano: gordura aderida à parede, resíduo descartado nas unidades ou defeito como trinca, desalinhamento ou raiz. Abrir passagem de novo não resolve; a avaliação procura essa causa e pode indicar videoinspeção para localizá-la e hidrojateamento para limpar a parede da tubulação.
Vale quando o mesmo trecho entope sem causa aparente, quando há suspeita de cano quebrado ou raiz, ou antes de aprovar uma obra. A câmera de inspeção entra pela caixa de inspeção, mostra o ponto exato do problema e gera imagens que ajudam o síndico a justificar a decisão aos moradores.
A pressão e o bico são escolhidos pelo técnico conforme o material e o estado do cano. Em tubulações antigas ou com suspeita de dano, a videoinspeção antes do hidrojateamento reduz o risco e confirma se o método é adequado.
Não existe um prazo único. A frequência é definida pelo histórico do prédio: número de unidades, uso de cozinha coletiva, quantidade de chamados e o que foi encontrado nas últimas limpezas. A avaliação sugere um calendário a partir desses dados.
O atendimento funciona de segunda a sexta, das 9h às 18h, exceto feriados. A solicitação pode ser enviada a qualquer momento e o retorno acontece no próximo horário de atendimento. Até lá, reduza o uso de água nos andares de cima e isole as áreas afetadas.
A DesentupidoraMZS recebe a solicitação, faz a triagem e encaminha a uma empresa parceira de desentupimento, que faz a visita, o orçamento e o serviço. O atendimento é feito no endereço do condomínio, em Curitiba e na Região Metropolitana.
Quando o bloqueio está na rede coletora da rua, que é operada pela Sanepar. Os sinais mais comuns são prédios vizinhos com o mesmo sintoma e poço de visita da calçada transbordando. Nesse caso, o síndico abre o chamado nos canais da Sanepar; o ponto exato da divisa entre a rede do condomínio e a rede pública segue a regra da concessionária.
Os guias para condomínios estão em preparação e serão publicados no blog em breve.
Como o número de unidades e os horários indicam o trecho.
Disponível em breveA ordem de verificação do síndico antes da visita técnica.
Disponível em breveInventário de pontos e frequência definida pelo histórico.
Disponível em breveInforme o que está acontecendo e o bairro do prédio. O síndico recebe o diagnóstico e o orçamento gratuito antes de qualquer execução.
Prefere outro canal? Use a página de contato da desentupidora em Curitiba. Ao enviar, valem os termos de uso do site e a política de cookies.
Leva cerca de 1 minuto. O retorno é feito pelo contato informado.
Mande uma mensagem e receba orientação da DesentupidoraMZS. O orçamento é informado antes de qualquer execução.
Falar pelo WhatsApp